Eu realmente quero em 2011...

- Dinheiro
- Um emprego digno como webdesigner
- Dinheiro
- Boa parte dos livros que estão na minha lista de desejados do Skoob
- Dinheiro
- Aprender a dirigir
- Um carrinho de segunda mão
- Dinheiro de novo
- Pullips My Melody, Bonita
- Taeyang Hash e Edward Mãos de Tesoura
- Dinheiro mais uma vez T^T
- Ser publicada
- Ir para Sampa City
- Preciso repetir o desejo mais repetido?
- A cadeira optativa de dança no IFCE <3~
- Desenhar mais
- Escrever mais
- Ler mais
- Assistir mais seriados e filmes
- Sair mais (?)
- Aprender a costurar roupinhas para minhas dolls.
- Curso de Fotografia na casa amarela.
- Uma Cannon compacta
- Dinheiro
- Curso de ilustração à distância
- Dinheiro
- Pacote da Adobe versão CS5
- Dinheiro


Nunca tive tantos desejos capitalistas para um só ano.

Pessoas, c*zagem, mimimis

Tem em um momento na sua vida em que tá tudo bastante atribulado. Sabe aqueles dias em que você acorda e tem vontade de continuar dormindo, ou que você acorda e, instantaneamente, cai na sua cara todas as coisas que você tem que fazer e as que deveria fazer naquele dia (e que, obviamente, não vai dar)? Então. É nesses momentos que você pega um peniquinho branco, começa a bater diversas vezes no chão, ou então ergue uma bandeirinha branca. Não importa o que faça, o importante é gritar: "PAREM O MUNDO, QUE EU QUERO DESCER!! EU ME RENDO!".
Ok, feito isso. Você está uma pilha de nervos, prestes a explodir. E sabe quando aparece aquela pessoa que ainda te olha e chega com mimimi? Você observa, escuta até desaforo dessa pessoa (oi, eu já escutei!), e chega até o momento em que você respira profundamente para não dizer aquelas palavrinhas mágicas: "vai.tomar.no.c*". Mas, em determinada hora, você não aguenta mais e a sua vontade é de mandá-la tomar lá, ir para lá, casar, reproduzir e morrer por lá. E também chega aquela hora em que você se dá conta de que não, não é necessário escutar aquilo tudo quando já tem um mundo quebrando em cima da sua cabeça. Esse é o pior momento. É nesse instante em que não importa quem seja a criatura que esteja ousando ainda mencionar uma vogal que seja, você fala, grita, esperneia, manda para os quatro cantos do inferno e não tá nem vendo se magoou ou não, porque tudo que você quer é que essa pessoa morra sufocada com cabelos na boca na porta do banheiro.
E aonde eu quero chegar com isso?
Vez ou outra, aparecem uns trolls na minha vida. Até pessoas que eram minhas amigas tornam-se trolls às vezes. Então, sei mais ou menos como lidar com gente assim. Por isso mesmo, aqui vai meu recado simpático para pessoas com cuzagens e mimimis que ainda cutucam onça com vara curta:
- Nunca procurem pessoas que tem toneladas de coisas a fazer, pensar e se importar para relatar problemas. Esse tipo de gente não está nem em condições de cuidar de si mesmo, quanto mais dos outros. Se quer psicólogo, procure um em uma agenda telefônica.
- Se quer descontar raiva ou fazer algum tipo de comentário SÉRIO sobre relações de amizade ou qualquer coisa, procure outro momento, em outra hora e em outro lugar. Acredite, se ousar falar algo que quer em um momento crítico, irá escutar o que você não quer e o que você pensa que nunca escutaria dessa pessoa. E, tenha certeza: ela não será simpática nem nas palavras e nem no tom de voz.
- Por fim: em um momento crítico, você não é e nunca vai ser uma coisa de extrema importância na vida dessa pessoa. Então, ela não vai se importar mesmo se você tiver ficado sentido ou se seu mimimi vai aumentar. Talvez, depois, ela se arrependa, mas quem garante, não é mesmo?

Aprenderam a lição, queridos trolls amantes de cuzagem?

Listenning: Secrets, The Pierces.

"Park that car, drop that phone, sleep on the floor, dream about me."

Música: Anthems For A 17 Year Old Girl, Broken Social Scene

O que seria a Nadia? Para mim, ela é apenas uma adolescente muito criativa e extremamente sonhadora, que tenta, inutilmente, fugir da realidade em que vive, projetando outro mundo em sua mente. Uma vez me disseram que a Nadia é uma personagem frágil, que não consegue encarar seus problemas de frente. E não discordo dessa afirmação. Ela é realmente uma garota extremamente sensível, que tenta se fingir de forte, mas, por dentro, é uma menininha assustada. Não adianta quantas vezes tente esconder seu choro e engolir seu soluço: quando estiver trancada dentro de um quarto, ela vai se debulhar em lágrimas.
Porém, contudo, todavia, a Nadia, no início, não era assim. Quero dizer, não em partes. Como na época em que comecei a Yume ainda estava assistindo animes e animes e mais animes, creio que as heroínas nipônicas mais do que me influenciaram na criação da Natja (sim, porque, naquele tempo, era assim que a Nadia se chamava). No início, Natja era como qualquer mocinha de anime shoujo: delicada, tímida, retraída, mais sonhadora do que ela normalmente é, cheias de dúvidas na cabeça, uma personagem, digamos, opaca. Aham, opaca seria o melhor termo para ela, porque não havia um brilho significativo na Natja. Existia apenas aquela garota que, sem motivo algum, sonhava com um cara que nunca vira e que, sem razão, se apaixonara por ele (não que isso seja muito diferente do que a Nadia é atualmente, mas creio que há poucas similaridades do que ela foi para o que ela é). E, naquele período, ela também possuía características de personagem anime: cabelos longos, franja escorrida e reta, cabelos castanhos. Ah, e mais do que tudo: tinha sim descendência japonesa.

Com o tempo, porém, me cansei da imagem tão repetitiva que a Nadia tinha. Isso já eram meados de 2009, portanto há mais de um ano da criação do Yume. A vontade de mudá-la veio a partir do momento em que havia encontrado o objetivo da história. Aquela imagem de menininha boazinha não combinava muito com o que a Nadia ainda iria enfrentar em vários outros momentos da Yume. Não lembro exatamente de onde veio a ideia dela usar roupas masculinas, mas foi esse o início para transformá-la de heroína de shoujo à minha personagem. Para mim, além das roupas masculinas, o maior marco da Nadia foi o cabelo curto. Relutei muito em aceitar a ideia de me desfazer do cabelão dela, e foi aí que o Rustênio disse as palavrinhas mágicas: "É interessante ver uma heroína de cabelo curto". Por mais que a Nadia não existisse, não recuei diante a ideia de meter uma tesoura naquele cabelo gigante.
Porém, creio que ela não tenha ficado exatamente da maneira como eu imagino. Fora do que está escrito na Yume, a Nadia é mais arisca, mais irônica e sarcástica. Ela faz o tipo de garota que diz: "tô nem aí para o mundo", mas que sofre calada pelas dúvidas psicológicas pelas quais passa. Contudo, como na Yume só consegui mostrar os momentos mais tensos da vida dela, acabei expondo o lado mais frágil dela, que é justamente o da dúvida do "isso é real ou não?", o da falta que ela sente da mãe e do amor que ela nega sentir pelo Adrien (afinal, quem é que se acharia normal quando se apaixona por um cara que só aparece na sua cabeça?). Por mais que eu quisesse arrumar muitas coisas nela, sinto que não tem como: a Yume expõe todas as fraquezas da Nadia, e não há como modificar isso.
Por fim, a escolha da Ellen Page para representar a Nadia ♥. Acho que vi a Nadia totalmente encarnada na Ellen, tanto pelo rosto delicado quanto pela falta de preocupação em se vestir (convenhamos que nossa Juno não é daquelas que melhor se veste quando fora de cena). No final, as duas acabaram virando uma e me influenciando MUUUUITO na hora de escrever xD'. Sem contar que a Nadia também tem muito de mim (por que será?). Muitas das coisas que ela gosta são coisas que eu gosto (Audrey Hepburn, diga oi!). Talvez, de alguma maneira, a Nadia seja um retrato meu: uma mistura do que eu sou com o que eu gostaria de ser. E por isso que eu a amo tanto ♥


Significado para o nome Nadia: Esperança

Eu quis te conhecer, mas tenho que aceitar (8)

Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
Pode ser cruel a eternidade
Eu ando em frente por sentir vontade
; Janta - Marcelo Camelo e Mallu Magalhães


É incrível como essa música consegue traduzir a Yume em tão poucas palavras. Vejo a minha história completamente resumida na letra de Janta. Talvez seja por isso que, junto com Cum On Feel The Noise, do Slade, seja meio que o "tema" da Yume.
Ok, falei e falei de Yume e não expliquei exatamente o que seria. Por mais que não seja, a Yume é como se fosse o meu primeiro romance verdadeiramente concluído (digo que não é porque, antes dela, vieram minhas primeiras tentativas de escrever histórias. Consegui concluir três delas, entre elas, a Inevitável), iniciado em novembro de 2007 e definitivamente terminado em agosto de 2010. Sei que demorei MUITO a fazer, mas, nesse período, o enredo sofreu várias e várias reformas (e, se fosse por mim, ainda reformava mais).
Tenho vários casos engraçados a falar sobre a Yume. Primeiro de tudo, o modo como foi inventada. Eu estava no auge dos meus catorze aninhos, época em que fantasiava um encontro com o príncipe encantado, sonhando acordada enquanto deveria estar estudando para as provas finais, escutando o "From Me To You" da Yui ininterruptas vezes (bons tempos em que eu conseguia estudar com música...). Enfim, do nada surge aquela ideia: "E se eu me encontrasse com o menino dos meus sonhos? Como seria?". Em pouco tempo, a história de Nadia e Adrien surgiu na minha cabeça. E a Yume começou a ser feita na sala de espera do dentista (olha aí, Tio Paulo Picanço! 8D), quando eu não tinha simplesmente nada pra fazer e estava entediada por esperar ser atendida. Se não me engano, escrevi os dois primeiros capítulos lá.
Bom, mas naquela época, não existiam Nadia e Adrien. Era Corali e Adrien. Depois virou Natja e Adrien (nome esse que perdurou até ano passado, visível influência de Natja Brunckhorst na minha vida)! E o contexto da história, com o passar do tempo, ia mudando. Incialmente, não havia objetivo e não havia título, existia apenas o caso estranho da menina alemã que sonhava com o cara japonês! (Sim, japonês! Naquela época, minha vida de otaku estava em seu esplendor, e eu não imaginava uma história ambientada no Brasil). Com o tempo, foram surgindo as ideias e os possíveis títulos.
Ideia 1: anjos e demônios. Ela é um demônio e ele um anjo.
Título 1: Behind the Dreams
Ideia 2: vamos continuar sem objetivo até que ele apareça. Sabe-se apenas que a Natja sonha com o Adrien e vice e versa e eles precisam se encontrar
Título 2: Yume no Curse (vísivel influência de Tsuki no Curse, tema de abertura de Loveless na minha vida)
(O segundo título permaneceu até ano passado, completo, quando foi cortado para virar apenas Yume. Ainda hoje, não curti muito o título, acho que poderia ter encontrado outro, mas, na falta de algum que melhor se encaixasse, preferi deixar o mesmo.)
Ok, Yume no Curse, escrita até o capítulo 8 no início de 2008. Aí começou o segundo ano e um monte de avalanches: trabalhos mais complicados, muitas matérias, início do namoro, mudança de residência... E a YNC foi ficando esquecida. Exatamente na época em que surgiu a oportunidade: escrever para enviar para um concurso promovido pelo Senai, se não me engano. Fiquei animada, mas ainda era muito tímida para arriscar voos mais altos. Minha ex-professora de português ofereceu-se para corrigir, e aí fiquei um pouco mais animada. Voltei a escrever, fui mostrando para ela. Porém, surgiu o problema: qual o objetivo da história?
Novamente, a Yume foi esquecida e largada. Envolvi-me em outros projetos. E chegamos em 2009.
2009, terceiro ano, época em que seus neurônios estão para serem queimados. Em um momento do meu terceiro ano, desisti de me preocupar unica e exclusivamente só com estudo e fui tentar reescrever a Yume (porque sim, eu queria ser escritora). E mudei quase por total o contexto da história. Mudei a personalidade dos personagens, mudei a ambientação (trouxe tudo para o Brasil) e fui mudando... Mas ainda não estava bom. Resolvi escrever outro romance, algo bem experimental, apenas para melhorar e me aprimorar como escritora (foi quando surgiu a Inevitável, outros quinhentos que ainda vou explicar). Creio que cresci muito durante o tempo em que escrevi religiosamente para o Nyah Fanfiction (sou eternamente grata a esse site). Quando me senti preparada, fiz a Yume como eu achava que deveria ser. Iniciei novamente o projeto em novembro de 2009 e terminei em março/abril de 2010.
Ok, Yume concluída. E agora? Foi aí que surgiram as primeiras comparações: "Tá parecida com tal obra". Não que eu tenha achado isso ruim, embora tivesse doído um pouco. Pensemos bem: se está parecida demais, não seria melhor mudar? E, até hoje, me considero guerreira por ter refeito grande parte da Yume em um período de quatro meses (por mais que eu tivesse conseguido isso com a Inevitável, não me senti satisfeita ao final do processo).
Depois disso, a Yume é o que é hoje: a história de uma desenhista alemã que recebe uma diferente proposta de um estranho e passa a sonhar com um rapaz desconhecido, esse que, por consequencia, também sonha com ela. Foram quase três anos de trabalho, insatisfação e muitos neurônios queimados. Mas quem disse que não estou satisfeita?
Faria tudo de novo, caso possível.

(e faria mesmo, porque, sempre que eu leio, econtro partes que poderiam ser melhoradas!)

Não digo que a Yume seja a minha história favorita. Tenho preferência pelas minhas histórias apenas no tempo em que estou trabalhando nelas - depois, elas viram apenas mais um monte de escritos lotando a memória do meu computador, porém, posso afirmar, sem sombra de dúvidas, que a Yume foi meu trabalho mais satisfatório <3. Estou tão orgulhosa e feliz que nem posso explicar.

Graças àquela sala de dentista e ao "From Me To You".


Foto: Sebastian Bach e Ellen Page como Adrien e Nadia, na minha primeira montagem com pessoas reais.

Hiatus nas comunidades

Olá, pessoal! Hoje volto aqui não para chorar falar dos meus dias conturbados. Tirei um tempo do trabalho infeliz que estou fazendo para vir aqui e me desculpar com todos aqueles que seguem as minhas comunidades no orkut, esperando ler minhas histórias. Creio que devo explicações a todos.
Então, gente, vou resumir bem: meu dia-a-dia está um pouco infernal. Para início, estou em final de semestre na faculdade, tentanto conciliar de alguma maneira que ainda estou procurando com meu curso de web design. Saio de manhã, chego em casa à tarde e tenho muitos trabalhos para fazer e provas para estudar. Sendo assim, está meio complicado ir lá nas comunidades e ficar postando os capítulos e respondendo aos comentários de vocês. Preferi, por um tempo, deixar tudo em hiatus até meados de dezembro, que é quando eu entro em férias e posso trabalhar melhor nas histórias, corrigi-las e disponibilizá-las a vocês.

Tá, mas a Yume você já terminou. Por que não continua postando?
Pois bem, a Yume eu terminei sim. Porém, estava postando a marcha ré. Sempre que recebia um ou outro comentário, postava um capítulo. E, como eu já terminei, estou esperando a minha ex-professora de português terminar a correção dos erros para, futuramente, eu conseguir registrar na Biblioteca Nacional e, assim publicar. Falta muito pouco para ela encerrar a correção e me mandar todo o texto. Assim que ela o fizer, estarei disponibilizando a história em PDF ao mesmo tempo em que ela estará sendo encaminhada para a averbação. E, novamente, peço perdão e compreensão por parte de todos.

E quanto as outras?
Essas, obviamente, estão sendo feitas ainda. Não quero deixar ninguém "órfão" das minhas histórias, pedindo encarecidamente para que eu continue a postá-las sem que eu possa fazê-lo. Por esse exato motivo estou me ausentando até dezembro, quando vou conseguir ter tempo para escrever e postar.

Novamente, peço desculpas a todos por isso, mas, realmente, minha situação está bem complicada ;~ Prometo voltar em breve.
Agradecida.

Inspiração

Estou passando por um período muito tenso chamado final de semestre
, o pior momento na vida de qualquer universitário. Provas e mais provas, trabalhos e mais trabalhos, e os professores nunca estão satisfeitos com o que já passaram - por isso, jogam ainda mais coisas para nós, reles e batalhadores alunos.
Bom, mas esse nem é, de fato, o problema. Trabalhos e provas? Tudo bem, faz parte da vida de qualquer estudante. O que me complica é a minha inspiração. Sim, ela mesma, a maldita que resolve trabalhar justamente no período em que não posso usá-la se não for para fins acadêmicos! E o que acontece comigo? Milhares de idéias muito legais começam a bombardear a minha mente. Aonde quer que eu vá, uma cena já me remete a um fato que poderia ser muito bem explorado em uma das minhas histórias ou, quem sabe, em uma história nova. Para isso não é necessário muito. Todo escritor sabe que, quando a coisa surge, não avisa previamente e nem manda: "inspire-se naquilo ali!". Simplesmente acontece.
E eis o dilema desta pobre estudante com quem vos fala: a vontade de escrever tá grande. Minha mente tá sendo atacada ferozmente por várias e várias ideias geniais, uma completando a outra, algumas impulsionando novos trabalhos. Mas eis a questão: por que justamente em período de final de semestre? Acho que minha cabeça tem algo contra eu mesma. Sim, porque essas coisas nunca acontecem quando estou em um período disponível para me deleitar sobre minha imaginação. O exemplo mais claro disso chama-se Inevitável. Consegui fazer uma história inteira em três meses, utilizando todo meu tempo disponível na conturbada vida de pré-universitária para escrever uma história de 20 capítulos. Tudo bem que, um ano depois, acho que a Inevitável tá cheia de erros que pedem encarecidamente para serem corrigidos, mas o feito fica aí, né? Pôxa, não é todo estudante que está arrancando os cabelos só em pensar na palavra vestibular que consegue fazer um feito que eu fiz.
Enfim, eis o meu dilema e o dilema da minha agenda de 2007 que está me servindo como bloquinho de ideias (agora, diariamente, o My Little Pony me acompanha). Só desejo mesmo que esse período passe e eu possa, finalmente, escrever páginas e mais páginas de histórias.

Link da foto aqui.

E mais um blog se inicia.

Espero, sinceramente, que esse seja o último blog provisório antes de conseguir um domínio só meu. Tô contando dias e horas para terminar o Senac, aprender a mexer no Dreamweaver, voltar a fazer códigos mágicos e criar um blog de vergonha. Há um ano não mexo direito em blogs, sinto uma falta imensa ;~.
Anyway, criei outro apenas porque estou sentindo a falta de escrever em algum lugar. Sei que poderia usar diários, aqui em casa estou entupida de agendas velhas, cadernos novos e o diabo a quatro, mas o que posso fazer se adoro a era digital? Já disse que amo trabalhar com web sites?
Enfim, estou dando apenas minhas boas vindas. Creio que virei com frequência aqui (espero ser visitada também D;)

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Kamile Girão
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Garota, estudante de Letras, protótipo de escritora. Ama velharia, música antiga, pilhas de livros, pilhas de DVD's, desenho, bonecas, um sardentinho geek e, principalmente, escrever.
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