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Um 2012 que começou cheio!

E aí, moçada bonita? Como vão vocês? O Natal e o Ano Novo foram legais? :)
Depois de uma longa viagem à Natal (RN), eis que volto à minha terrinha amada com várias coisas a fazer. Até bateu uma saudade da Terra do Sol e do meu descanso prolongado...

(Kami e seu bronze vampiresco. Porque ela é a única que vai à praia e volta do mesmo jeito.)

Esse período de férias me permitiu resolver um bocado de assuntos pendentes. Alguns deles:

1) Enviar os Yume de alguns parceiros, dar início ao book tour do livro e encaminhar Outubro para a biblioteca nacional.


2)
Organizar todas as ideias que já tive de futuros projetos em um fichário (porque ideia demais vai sobrecarregadar essa caixola que tá ficando velha)


3) Criar uma página para Outubro no Skoob, com uma capinha provisória mega simples (e com o Johnny Depp, só pra não ficar tão simples assim e_e). Você pode acessá-la clicando aqui.


Aproveitando o ensejo, vou matar a curiosidade de vocês e colocar aqui a sinopse de Outubro :) Eis a danada:

"Você sabe o por quê das folhas caírem no Outono?"

Shau desconhecia a resposta para aquela pergunta - até conhecer Kaero Morgan. E, naquele outubro de 2004, ele encontrou, no auditório da escola, aquela que lhe mostraria não apenas a razão pela qual as folhas abandonam suas árvores durante a estação que precede o inverno, mas que, também, ensinaria o rapaz de roupas largadas e desânimo constante a virar um homem.

Outubro, 2013. Para Felipe Alves, seria somente mais um dia de árduo trabalho no hospital. Contudo, ao entrar no quarto 706, o jovem técnico percebeu que aquele não seria um mês comum. Após tantos anos, a vida finalmente lhe dera a chance de retificar os erros do passado e de livrar-se, finalmente, das folhas velhas que persistiam na árvore da sua vida.

Fora isso, estou confabulando algumas surpresas acerca de Yume. Creio que entre janeiro e fevereiro, estarei divulgando minhas ideias. Enquanto isso, continuem atentos :).
Se der certo, pretendo postar mais alguns contos de minha autoria no blog. Achei um bocadinho no meu arquivo morto. Alguns precisam de uma revisão severa, mas nada muito grave.

Bom, por hora, tenho apenas isso a dizer :). Estou empolgada com essa agitação toda. Espero que continue assim até o final das férias!
Até breve!

Temporariamente ausente!

Olá, amores! Tudo bem?

Estou fazendo a mesma postagem em ambos os blogs para anunciar que, a partir dessa semana, eu vou, temporariamente, ficar ausente da Internet.
Ando muito atarefada na faculdade e esse semestre está me exigindo mais atenção e dedicação. Contudo, as novidades sobre Yume continuarão, visto que, quem estará assumindo o meu posto na minha conta do Twitter é a minha amiga (gêmea!) Sarah Fortes. Quanto ao blog do livro (pois este vai ficar desativada por hora), quem cuidará será a Nöri! Então fiquem relaxados, porque vocês ainda continuarão por dentro das últimas notícias acerca de Yume e seu lançamento!
Agradeço, desde já, a compreensão de todos e até breve!
Beijos da Kami!

Férias, ócio e sílfides em greve

Hey, pessoinhas? Bem, bem? :D
Após um mês sem aparecer por essas bandas, eis que retorno. Não há novidades tão grandiosas (até porque, aquelas que são grandiosas, já não são mais novidades '-'), mas, mesmo assim, ainda me agrada dar um oi por aqui de vez em quando :)

(Hime says: Hi!)

A primeira coisa que tenho a dizer é: blog de cara nova :D. Tempo breve, é claro, mas quis deixar uma coisa mais meiga por agora. Digamos que eu não sei lidar com os códigos do blogspot porque, se eu soubesse...
Enfim. Como estão as férias de vocês? Eu esperava mais das minhas, infelizmente. Não que eu não esteja reclamando delas, muito pelo contrário! Há algo melhor do que você dormir e acordar tarde em pleno dia da semana? Porém, não estou cumprindo todas as metas que tracei para passar estes dias de folga - não da maneira que pretendia. Digamos que isso costuma acontecer em todas as minhas férias, mas, com apenas um mês livre de aulas, torna-se impossível por todos os meus planos em prática. Sendo assim, é humanamente inviável assistir quatro seriados completos, ler mais de dezesseis livros e terminar três histórias iniciadas (mas, pelo menos, a gente tenta).
E falando em histórias...

(Hey, sua danadinha! Volte para cá agora mesmo!)

Tenho lido muito sobre fadas nesses últimos tempos (tanto histórias quanto relatos wiccas) e, nessas minhas leituras, descobri que há uma fada que ronda a cabeça dos sonhadores, conhecida por sílfide. É ela quem traz a inspiração necessária aos artistas (há quem creia que as musas gregas são sílfides!). Partindo desse princípio, convencionei chamar minha inspiração de sílfide. E não é que a danadinha está me tirando do sério de novo?
Há algum tempo, escrevi neste post como a minha inspiração funciona. É uma coisa engraçada e, até mesmo, contraditória: só consigo ter ideias grandiosas quando estou com a vida atribulada o suficiente para poder deleitar-me sobre minhas divagações. Parece regra, é incrível. Durante toda a minha vida escolar, foi assim. Na época do cursinho, foi assim. Na época em que fiz as cirurgias e não podia fazer esforços, foi assim. No final do semestre na faculdade, foi assim. E nas férias?
A danada da sílfide foge.
E não há música que dê jeito, não há filme, não há nada. Arranco os meus cabelos (ok, nem tanto), bato a cabeça na parede (também não chego ao ponto), fico até tarde acordada, encho o saco dos meus amigos, me obrigo a trabalhar... E, muitas vezes, não obtenho o resultado esperado. Ah, que vontade de castigar essa sílfide!
Então, eis o meu questionário: é só comigo ou vocês também passam pela mesma situação? A inspiração de vocês também os trai?
Até o momento em que minha sílfide resolver voltar, vou aproveitar o resto das minhas férias lendo, assistindo e aprendendo. E assim, em agosto, espero estar trazendo novidades grandiosas a vocês (porque, acreditem, estou com um acervo grandão de coisas legais!).

See ya, amores <3

(ps - pretendo não focar apenas em mim nos próximos posts! Quero dar uma renovada legal no blog nos meses que virão :D)
(ps² - As novidades relacionadas a Yume não serão sempre postadas neste endereço. Informações mais profundas sobre o livro estarão disponíveis aqui. Peço a compreensão de todos e, desde já, agradeço ^__^)

Vão-se os anéis, ficam os dedos.

Já dizia a minha mãe: há males que vêm para o bem. Demorei muito tempo para tentar compreender o que esta frase dizia, mas, com o tempo, fui vendo que realmente fazia sentido. Exemplo: não passei de primeira no vestibular. Chorei feito uma condenada, me sentia mal, estava triste com a ideia de ter de ir a um cursinho... Tempos depois, me perguntei: e se eu tivesse passado? Será que estaria feliz fazendo Publicidade e Propaganda? Porém, se eu realmente houvesse sido aprovada na primeira vez, com certeza não teria adquirido a quantidade de amigos que atualmente tenho. Pessoas essas que vieram de todos os cantos em que passei: do cursinho, do IFCE, do meu atual curso.
Valeria a pena, então, estar cursando o terceiro semestre de Publicidade e Propaganda?
Não sei em relação ao curso, mas às pessoas, afirmo: não. Sou muito grata pelos amigos que ganhei, pela experiência que adquiri e pelos momentos que vivi. Para mim, essa é a comprovação maior de que sim, há males que vêm para o bem.
Outra vez foi o rolo que estourou na Internet - e que não, não pretendo e nem me sinto à vontade para falar, pois são águas passadas. Poderia ter acontecido diferente? Sim, poderia, claro. Mas, apesar da decepção, da frustração e do ódio mortal que se abateu sobre mim, olho para trás e vejo que também foi uma experiência válida. Alguns condenarão a minha posição e panz, mas, olhem, vejam bem: se isso tudo não tivesse acontecido, teria eu conhecido pessoas tão incríveis quanto o Danilo Barbosa, a Vanessa Bosso, a Gisele Galindo, o Gutemberg Fernandes, o Rafael Sales, a This Gomez, a Pri Beletato, a Graci B., a Marcia Luisa ou a Erika Spencer? Teria me aproximado mais da Patrícia Camargo ou do Karlo Campos? (Ren, tu não conta! Te conheço desde 2009, bitch amada <3) Isso sem contar em outros amigos que o santo twitter me fez conhecer!
Não, não estou arrependida ou tão pouco me lamentando pelo destino. Imprevistos acontecem, infelizmente. Ninguém está isento de uma grande decepção, de uma grande perda, de uma grande desilusão. Mas cabe a você próprio analisar os pontos positivos após as lágrimas e levantar após a queda. A decisão de ficar no chão é sua. A de se reerguer, também.

A incrível arte de escrever em diários

Mês passado, tive meu coração destruído. Completamente dilacerado, machucado, maltratado. Fiquei mal, muito mal. Adoeci. Não sorria mais, vivia meio triste, mas, também, sem conseguir derramar uma lágrima pelo tal ocorrido que me deixara assim. Por alguns dias, fiquei desesperada, sem chão, sem ter em quê me apoiar, totalmente perdida. E, pior ainda, com muita coisa guardada dentro de mim.
Foi um período bem complicado, um período em que tentei abafar minhas mágoas para todos saberem que sim, eu estava bem, obrigada; que sim, eu não fora destruída; que sim, eu não iria desistir. Mas sabe o que isso me ocasionou? Uma algia ainda maior. Mentir para si mesma quando só se quer chorar e gritar pode ser bem pior do que se imagina. Fingir que está tudo bem quando, na verdade, está tudo uma merda não me fez ficar melhor em nada - muito pelo contrário, só me deixou ainda pior.
E teve um dia em que cansei de farsas. Resolvi extapolar, gritar, xingar, chorar até o ar começar a faltar. Depois disso, comecei a me sentir um pouco melhor. Porém, nada me fez melhorar tanto que escrever em um diário.
Sim, acreditem se quiser, eu tenho o costume de escrever em diários. Quem me conhece sabe muito bem que sou extremamente quieta, não costumo sair por aí expondo tudo que penso, tudo que sinto porque minha garganta trava (ridículo, eu sei, mas é a pura verdade). Entretanto, sempre consegui me expor muito bem no papel. Quer me fazer feliz após um dia frustrante? Me dê um caderno e uma caneta, apenas. A melhora é imediata, como se fosse um remédio extremamente potente para minhas emoções e, principalmente, para o meu bem estar mental. E foi isso que me salvou desse período negro e difícil, desses 30 dias de aflição, tristeza e frustração (muita frustração).
Só no papel, pude mostrar quem realmente estava sendo a Kamile por detrás do sorriso meia boca. Só escrevendo, consegui me sentir mais aliviada. Pude xingar até não aguentar mais, mandar aquelas pessoas pr'aquele canto, relatar tudo que estava passando e todas as minhas expectativas. Contudo, se me pedirem para ler agora as palavras que grafei naquelas simpáticas páginas da Betty Bopp, não terei vontade. Foi um momento de desabafo, um momento que não pretendo me recordar mais, mas que, em compensação, serviu para o meu crescimento pessoal e amadurecimento. Se vierem me perguntar: Como você se sente agora?, direi que me sinto bem, muito melhor que antes, pronta para qualquer uma, mas, infelizmente, ainda tem uma parte de mim fragilizada. Porém, é indiscutível: a maior parte daquele coração partido foi devidamente gravado no meu diário.
Não tenho vergonha de admitir que escrevo em diários. Sim, eu escrevo e isso me satisfaz muito, obrigada. Era um costume antigo, que ficou abandonado por algum tempo, mas que, agora, voltou. E que não vou mais abandonar.



Ps - Mudança de layout. Assistir Mulan realmente me deixou inspirada. E eu disse que não iria ficar com aquele outro por muito tempo.

Ah, o amor...: Romance Fofo x Romance Meloso

Por alguma razão ainda desconhecida, sinto que, nesses últimos dias ando tendo um contato maior com histórias românticas ou similares. Talvez tenha sido os últimos livros que li (tais como Clarissa, de Érico Veríssimo; Sábado à Noite, da Babi Dewet) ou da enxurrada de filmes da Disney que eu e a Marina assistimos nessa Páscoa ou das músicas meio melosas que ando escutando. Não importa exatamente o porquê, mas sim as consequências de ter passado tanto tempo em contato com o amor: o que diferencia um romance meloso para um romance fofo?


Porque, querendo ou não, sempre haverá dois tipos de romance, seja em livros, seja em filmes. Haverá aqueles em que você soltará infinitos "oooooooooooooooooown ♥", desejando que o casal seja feliz, se resolvam e morram de tanta fofura, mas também existirão outros que te deixaram com vontade de rasgar o livro/quebrar a televisão por ser algo tão insuportável aos olhos/ouvidos e compreensão. Afinal, para tudo se tem um limite: até para o amor.
Andei conversando com alguns amigos também blogueiros sobre o assunto. E eis que eles disseram:

Ok, romance fofo é aceitável. Assim como uma ou duas colheres a mais de açúcar no café.
Já romance meloso me faz querer vomitar.
Ren Deville

O romance fofo tem bom texto e não tem encheção ou aquele cara que acha a menina melhor que tudo na vida.
Danilo Barbosa

E aí? Para vocês, o que é um romance fofo e o que é um romance meloso? Qual de vocês é o favorito e quais os exemplos que citariam para ambas classificações? Fica aberta a pergunta \o\

Duas semanas de atraso e novidades!

Saudações, pessoinhas 8)
Após duas semanas, eis que volto por essas bandas. Foram semanas bem agitadas, admito, e tenho alguns registros mega felizes para mostrar a vocês (embora sejam coisas meio: WTF? Enfim...)
Para começo de história, o Desencontro :D

(pessoinhas felizes no Desencontro. E ninguém saiu bonito, LOL)

Desencontro foi um evento de Mídias Sociais que teve aqui em Fortaleza, nos dias 01 e 02 de abril. Sabe aquele tipo de encontro super interativo, divertido e que você tem acesso a TODOS os palestrantes? (quando eu digo todos, é todos mesmo!) Pois é. Eu nunca havia ido a nada similar, mas, graças a Tici Dias, tive a oportunidade de ir a um dos melhores eventos da minha vida *_*. Palestras incríveis, assuntos bem atuais, dicas legais para quem quer trabalhar com mídia social (no meu caso, serviram para pouca coisa, essas dicas, mas não deixaram de ser importantes). E os palestrantes? Querem ter uma noção?
Ok, vamos lá.

@felipeneto
(minha cara de nervosismo é ótima, beijos)

@pecesiqueira

(poses iguais, LOL)

@KITTYKILLS

(Uma palavra pra Lia: FOFÍSSIMA!)

@edutestosterona

(que é alto pra caramba e gosta de H.I.M!)

@izzynobre
(Outro fofo e super simpático!)

Isso sem contar com várias outras personalidades famosas das redes brasileiras :).
Ah, e o final do Desencontro, heim?

(Digam "X", seus lindos!)

Festinha!!! \o/

Isso sem contar as pessoas maravilhosas que tive o prazer de conhecer e trocar contatos :D.
Uma experiência simplesmente inesquecível! Estarei no Desencontro 2012 com certeza!

E, na semana passada, chegaram minhas encomendas tão esperadas (após o atraso tenso que os Correios tiveram!)
Eis minhas aquisições:

Minha Coleção de Vampire Academy!



Arashi, meu Taeyang HasH!








































Meu Sábado à Noite lindo, da Babi Dewet!































Ufa! Acabou a sessão "fotos"!
Fora isso, estou com várias ideias na cabeça para novos livros! (E não vou revelar nada por enquanto, hihi xD) Só me falta tempo para colocá-las todas em prática, mas, em breve, estarei fazendo-o :). Preciso apenas organizar a minha vida na faculdade (e estudar tudo o que preciso) e, só então, trarei essas novidades para vocês :).

E, bom, por hoje é só!
Desejo a todos uma ótima semana!
Fiquem com Deus!

Carnaval geek, livros lidos, estudante universitária em convulsão

(Calma, não há razão para desespero... Estamos aqui para salvar o seu Carnaval!)

E o que uma nerd faz na festa mais comentada/adorada/idolatrada do Brasil? Estuda, oras!
O fato é que eu não queria estar trancafiada em casa por mais um Carnaval, assim como não gostaria de estar no meio da bagunça e da música ruim. Mas por que passar mais um ano em casa quando eu poderia estar me deleitando na beleza de Guaramiranga?
Simples, porque não tenho carro, sou uma nerd e ainda dependo dos pais. Porque ainda não posso sair de casa decretando a minha liberdade, não tenho lugar para ir nem nada. Ou seja: CARNAVAL NERD!
Mas há muitas coisas legais para se fazer estando reclusa no próprio quarto! Por exemplo, eu posso ler todos os textos de linguística, os livros de Teoria da Literatura e, de quebra, dar uma estudada em Fonologia! Posso terminar de ler Amanhecer; posso assistir minhas séries e meus filmes; posso organizar meu quarto; posso escrever a Inevitável e blá. O problema é que eu queria estar em Guaramiranga. E eis a tristeza do meu feriado.
Porém, contudo, todavida, tá na chuva é pra se molhar! E trago a vós, as minhas impressões dos dois últimos livros lidos: Sussurros de uma Garota Apaixonada, da Mandy Porto, e Clarissa, do Érico Veríssimo.

Já falei outra vez que eu havia ganhado o livro da Mandy de aniversário, presente do meu namorado e tal. Por ser um livro pequeno e de leitura rápida, li em uma semana aproximadamente. Devo dizer que, por mais que a história seja interessante, que tenha ficado encantada com o projeto gráfico da edição, que o booktrailer tenha meu amado Jared Padalecki... Fiquei bem decepcionada.
Primeiro porque o livro não parece ser de uma escritora brasileira. Li a história tendo em mente que quem escrevia era alguma americana porque essa foi a impressão que me passou: uma americana dizendo ser brasileira. Segundo: achei o desenvolvimento da história acelerado demais. Nada contra enredos rápidos, mas muito rápidos torna-se um fator tenso. A Mandy poderia ter trabalhado um pouco mais nisso, ter acentuado os sentimentos controversos da Brooke, ter demonstrado isso melhor e passar mais essa emoção. E, por último, o final. O final realmente me deixou decepcionada. Mesmo que a ideia do desfecho tenha sido até interessante, a impressão
passada a mim foi que a Mandy ficou perdida na hora de decidir o que realmente ia acontecer, tudo para dar aquele final feliz merecido. Na minha opinião, essa foi a pior queda de Sussurros de uma Garota Apaixonada.
No mais, é um livro interessante, de uma linguagem leve e atrativo :). Leva três estrelinhas!

E quando terminei de ler o SdGA, comecei o livro que minha professora de Literatura passou
para a nossa turma. Fui correndo ao sebo e comprei. E valeu cada centavo! Clarissa é uma delícia de ser lido. Trata basicamente das impressões que uma menina de catorze anos dos anos 30 tem sobre o mundo. E, em meio a isso, vem as transformações típicas de uma criança que entra na adolescência, assim como experiências amargas que Clarissa é obrigada a enfrentar. Além da protagonista, temos Amaro, um homem perto dos seus quarenta anos, melancólico e amargurado, fazendo uma antítese à figura de Clarissa.
Para quem não gosta de histórias paradas, eu realmente não recomendo este livro. Mas, para pessoas que amam uma descrição ou amam devaneios constantes, esta é uma ótima dica! Clarissa tem muita doçura, magia e beleza, além de trazer um vislumbre nostálgico da década de 30. Quando li o livro, senti-me nostálgica. Senti saudade das crianças que eram criadas àquela maneira rígida e que chegavam aos catorze anos com pensamentos infantis e tendo as primeiras descobertas do amor; senti saudade da menina que eu era aos meus catorze anos - embora não fosse como Clarissa, tão inocente e doce; quis retroceder ao tempo e assistir o cinema preto e branco com todas as estrelas da antiga Hollywood, vestir as roupas que as mulheres daquele tempo usavam, sentar-me ao lado de uma vitrola e escutar o samba do início do século XX. Sensações como essa que te fazem passar o dia inteiro pensando no tipo de vida que a modernidade trouxe e em que tipo de criaturas pessoas com menos de doze anos viraram.
Dou nota máxima à Clarissa! Por ser um livro lindo, fácil e saudosista =).

E, por não ter mais nada a relatar sobre o meu Carnaval lindo, por aqui fico, olhando todos os textos que me esperam.
Aproveitem o Carnaval e se divirtam!

Abraços da Tia ♥

Pessoas, c*zagem, mimimis

Tem em um momento na sua vida em que tá tudo bastante atribulado. Sabe aqueles dias em que você acorda e tem vontade de continuar dormindo, ou que você acorda e, instantaneamente, cai na sua cara todas as coisas que você tem que fazer e as que deveria fazer naquele dia (e que, obviamente, não vai dar)? Então. É nesses momentos que você pega um peniquinho branco, começa a bater diversas vezes no chão, ou então ergue uma bandeirinha branca. Não importa o que faça, o importante é gritar: "PAREM O MUNDO, QUE EU QUERO DESCER!! EU ME RENDO!".
Ok, feito isso. Você está uma pilha de nervos, prestes a explodir. E sabe quando aparece aquela pessoa que ainda te olha e chega com mimimi? Você observa, escuta até desaforo dessa pessoa (oi, eu já escutei!), e chega até o momento em que você respira profundamente para não dizer aquelas palavrinhas mágicas: "vai.tomar.no.c*". Mas, em determinada hora, você não aguenta mais e a sua vontade é de mandá-la tomar lá, ir para lá, casar, reproduzir e morrer por lá. E também chega aquela hora em que você se dá conta de que não, não é necessário escutar aquilo tudo quando já tem um mundo quebrando em cima da sua cabeça. Esse é o pior momento. É nesse instante em que não importa quem seja a criatura que esteja ousando ainda mencionar uma vogal que seja, você fala, grita, esperneia, manda para os quatro cantos do inferno e não tá nem vendo se magoou ou não, porque tudo que você quer é que essa pessoa morra sufocada com cabelos na boca na porta do banheiro.
E aonde eu quero chegar com isso?
Vez ou outra, aparecem uns trolls na minha vida. Até pessoas que eram minhas amigas tornam-se trolls às vezes. Então, sei mais ou menos como lidar com gente assim. Por isso mesmo, aqui vai meu recado simpático para pessoas com cuzagens e mimimis que ainda cutucam onça com vara curta:
- Nunca procurem pessoas que tem toneladas de coisas a fazer, pensar e se importar para relatar problemas. Esse tipo de gente não está nem em condições de cuidar de si mesmo, quanto mais dos outros. Se quer psicólogo, procure um em uma agenda telefônica.
- Se quer descontar raiva ou fazer algum tipo de comentário SÉRIO sobre relações de amizade ou qualquer coisa, procure outro momento, em outra hora e em outro lugar. Acredite, se ousar falar algo que quer em um momento crítico, irá escutar o que você não quer e o que você pensa que nunca escutaria dessa pessoa. E, tenha certeza: ela não será simpática nem nas palavras e nem no tom de voz.
- Por fim: em um momento crítico, você não é e nunca vai ser uma coisa de extrema importância na vida dessa pessoa. Então, ela não vai se importar mesmo se você tiver ficado sentido ou se seu mimimi vai aumentar. Talvez, depois, ela se arrependa, mas quem garante, não é mesmo?

Aprenderam a lição, queridos trolls amantes de cuzagem?

Listenning: Secrets, The Pierces.

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A Dama Pálida

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Kamile Girão
Fortaleza, Ceará, Brazil
Garota, estudante de Letras, protótipo de escritora. Ama velharia, música antiga, pilhas de livros, pilhas de DVD's, desenho, bonecas, um sardentinho geek e, principalmente, escrever.
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